Meu Bebê

quarta-feira, julho 11, 2012

Os erros dos pais de primeira viagem


                


          Confesso que meu maior medo não é o parto...Sim, sim, tenho medo do parto, da dor que poderei sentir e de outras particularidades, mas o que me põe terror é a questão do cuidado com o bebê, como não saber cuida-lo de maneira correta.

Tem muitas pessoas que afirmam, ah...não tenha medo, a maternidade vêm com o instinto de SER MÃE! Tá ok, acredito, e muitas vezes cantei a mesma bola. Mas se de repente, não mais que de repente meu instinto pifar, ou tiver vindo com defeito de fábrica...Fico me imaginando paranoica, de um lado para o outro, limpando aqui, desinfetando ali, passando álcool a todo instante na mão! 

Pelo simples fato de ser mãe de primeira viagem e não sabendo todos os erros que poderia vir a cometer, fui ao Dr. Google atrás de informações, e encontrei essa matéria simples e explicativa no Bebe.com.br , sobre Os Erros dos Pais de Primeira Viagem.

Quem falou que é fácil cuidar de um bebê? Mas você pode simplificar a vida evitando práticas que não dão certo. Confira os dez equívocos mais comuns e veja o que os especialistas sugerem para corrigi-los.

1. Não se cuidar

Você não é a única que torna os desejos da criança prioridades e se coloca em último plano. “As mulheres são peritas em cuidar dos outros, mas se sentem egoístas ao pensar em si”, reprova a jornalista especializada em maternidade Ann Douglas, autora de 28 livros sobre o tema, entre eles The Mother of All Baby Books (A mãe de todos os livros de bebê, ainda não publicado no Brasil).

A solução
Nos primeiros meses, fica difícil tirar uma boa soneca sem interrupções ou se entregar a uma gostosa hidromassagem. Mas não existe motivo para relaxar na alimentação. Se você não deixaria o pequeno almoçar salgadinho com refrigerante, por que está comendo isso? Um pouco de exercício também é fácil de encaixar na rotina. Impossível ir à academia? Então, ponha o pequeno no carrinho e dê uma volta pela praça ou parque mais próximo de casa. A mudança de ares vai ser boa para ambos!

2. Enfeitar demais o berço

Colocar pelúcias, cobertor, manta, protetores e almofada para posicionar o filhote. Ao redor, pôr móbiles e vários quadrinhos. Incluir ainda babá eletrônica e mais brinquedos... Você caprichou, e o ninho do pequeno ficou lindo, equipado e com uma aparência superaconchegante. Será? Pode ser que sim, mas isso não é o ideal. O excesso de objetos à vista é superestimulante e impede o bebê de relaxar. Sem falar no risco de sufocamento que os adornos de berço representam, como alerta a Academia Americana de Pediatria.

A solução
 “O ideal é contar com um ambiente calmo, de pouca luminosidade e bem arejado para o bebê dormir”, diz a terapeuta infantil Kim West, autora de Good Night, Sleep Tight (Boa noite, durma bem, ainda não publicado no Brasil). “Nos primeiros meses, um lençol limpo e bem ajustado e um colchão firme é tudo de que ele necessita”, ensina Kim.

3. Achar que todo choro é fome

É automático: o bebê resmunga e a primeira reação é oferecer o peito ou a mamadeira. Mas o choramingo pode indicar também que seu filho está cansado, agitado, com calor, desconfortável ou apenas entediado.

A solução
A menos que seja a hora da mamada, faça um esforço para identificar outras causas possíveis. Verifique fralda, veja se o corpinho está frio ou quente demais, procure distraí-lo com uma voltinha pela casa ou, inversamente, deite o em um ambiente tranquilo. Se nada funcionar, pode ser fome ou alguma dor (mas nesse caso o choro é agudo e não cessa). No começo é complicado, mas logo você será capaz de diferenciar o “Estou entediado” dele do “Quero mamar”.

4. Ignorar o melhor da festa

Pergunte a outros pais o que mudariam se pudessem voltar ao tempo em que os filhos eram bebês, e a maioria irá responder que teria relaxado e vivenciado mais as emoções dos primeiros meses. Pode acreditar: qualquer preocupação vira fumaça diante do sorrisinho do seu fofo.

A solução
Reserve um momento do dia para repassar mentalmente tudo o que sua criança é capaz de fazer e agradeça a si mesma. Pense no rostinho dela, na força com que segura seu dedo, na doçura com que a olha... É, você está criando um serzinho incrível! Aproveite essa fase e se dê o merecido crédito por ela.

5. Deixar o pai de lado
Com as atenções voltadas para a dupla mãe e bebê, o pai se coloca em segundo plano. Caso você não o estimule a participar da rotina do filho, ele logo irá questionar quanto é necessário. “O sentimento de exclusão afeta negativamente o casal e a dinâmica familiar”, alerta a terapeuta Michelle Maindenberg, de Nova York, nos Estados Unidos.

A solução
Seu marido pode se encarregar de trocar fralda, dar banho, vestir o pequeno, levá-lo para passear ou ao pediatra. O sucesso dessas iniciativas, porém, depende da sua postura. É preciso se dispor a abrir mão do controle da situação. Acredite: mulheres que sabem das coisas mordem a língua antes de criticar como o marido cuida do filho e ficam atentas à possibilidade de aprender jeitos diferentes (e melhores) de lidar com o bebê.

6. Ser rígida com horários
Sim, você leu que os filhos sentem-se seguros com uma rotina bem estruturada. Mas seu recém-nascido ainda não chegou a esse capítulo... E a tentativa de impor uma agenda militar à família vai deixar todos infelizes e frustrados.

A solução
Até o terceiro mês, a maioria das crianças acorda para mamar a cada duas ou três horas e dorme no restante do tempo. “Esse início de vida é pontuado por vários ciclos de crescimento e desenvolvimento que impactam sono, apetite e humor. Os pais podem se dar por felizes se o recém-nascido tiver um ritmo regular por metade do tempo”, afirma o pediatra J.J. Levenstein, de Los Angeles, nos Estados Unidos. A ordem é respeitar as necessidades da criança e não se culpar caso ela durma durante a mamada ou esteja com a corda toda no horário previsto para dormir.

7. Viver comparando

Em uma sociedade competitiva como a nossa, a conversa com outras mães na saída do berçário ou durante o banho de sol na praça muitas vezes se transforma em uma disputa sobre qual filho é mais esperto. No final do papo, você pode ficar cheia de dúvidas sobre o desenvolvimento do seu bebê. Por que ele nem engatinha se o amigo da mesma idade está quase andando? E o neto da vizinha, que sabe falar várias palavras enquanto o seu apenas balbucia?

A solução
Em primeiro lugar, lembre que mães e avós às vezes usam lentes de aumento para descrever o progresso da criança. Outro motivo para evitar comparações é o fato de que cada bebê é único, e os marcos gerais de desenvolvimento colocam limites bem elásticos para a aquisição das diferentes habilidades. “Algumas crianças falam cedo, mas são fisicamente passivas, enquanto outras logo acenam e sentam sem apoio. Tanto faz se o pequeno anda aos 9 ou aos 16 meses – os dois extremos são normais”, explica Levenstein. Para se tranquilizar, leia livros confiáveis sobre desenvolvimento infantil e tire as dúvidas com o pediatra.

8. Exagerar no individualismo
Por mais que você seja autossuficiente em todos os setores da vida, não se sinta na obrigação de continuar no comando doméstico nem de criar o bebê sozinha. “Em toda a história humana, a criação dos filhos sempre foi uma tarefa dividida. Afinal, somos animais sociais”, lembra a pediatra Chery Wu, de Nova York.

A solução
“Deixe o orgulho de lado e aceite todas as ofertas de ajuda de avós, tios e até vizinhos. Repetindo: todas as ofertas! Nos três primeiros meses, a mãe deve se concentrar em cuidar do bebê e de si mesma”, diz Chery. Outras pessoas podem se encarregar de lavar a louça, trazer comida e vigiar um pouco o pequeno. “As pesquisas mostram que as crianças se beneficiam ao contar com mais de um guardião”, garante a pediatra.

9. Duvidar da própria intuição
Os primeiros meses são cheios de dúvidas. Como saber se aquele serzinho indefeso está com fome, doente ou cansado? Some a isso os palpites de amigos e parentes e logo você estará duvidando da sua capacidade de ser mãe.

A solução
Primeiro, eleja uma fonte confiável para suas dúvidas, como o pediatra. “Em relação aos demais conselhos, o segredo é escutá-los com o filtro de besteiras ativado. As experiências de fóruns de mães, de avós ou mesmo do taxista que a conduziu até o pediatra podem ser úteis ou simplesmente descartadas. Confie nos seus instintos para separar o joio do trigo”, aconselha Michelle. E lembre: o bebê é o melhor professor. Quanto mais conviver e se ligar a ele, maior sua capacidade de identificar os cuidados de que seu filho precisa.

10. Não educar o sono
Embora seja inútil querer regular os horários do recém-nascido, é verdade que bons hábitos de sono precisam ser cultivados. A partir do terceiro ou quarto mês, o bebê já estará com seu ritmo biológico mais equilibrado. É hora de ajudá-lo a diferenciar dia e noite. Assim, todos na família se beneficiarão de noites bem-dormidas.

 A solução
Estabeleça uma rotina para o sono do seu filho. “Comece acordando-o todos os dias no mesmo horário pela manhã – às 7h30, por exemplo – e observe a que horas no fim do dia ele se mostra mais sonolento”, ensina Kim. A partir daí, adote um ritual de sono, que pode incluir banho, massagem e uma canção de ninar antes de colocá-lo no berço sempre nesse horário. Não escureça o quarto para os cochilos diurnos. E, inversamente, diminua o ritmo da casa à noite e não faça brincadeiras caso ele acorde pela madrugada.

Depois de ter lido a matéria, meu nervosismo diminuiu em mais ou menos 9% (rsrsrs), sei que a preocupação irá continuar, e também sei que vou cometer alguns erros, mas uma certeza eu tenho, meu filho já é muito amado pelos pais, e estamos ansiosos para tê-lo em nossos braços!

Resumo de 25 semanas de gravidez



 O bebê faz o movimento da respiração, mas ainda não há ar nos pulmões. Com 26 semanas, exames de imagem cerebral em fetos mostram que há reação ao toque. Se você aproximar uma luz forte da barriga, o bebê vai virar o rosto, o que, segundo pesquisadores, indica que o nervo óptico está funcionando.


Em toda consulta do pré-natal, o médico vai medir sua pressão e ouvir o coração do bebê. Também pode ser que peça exames de sangue e de urina para detectar e controlar problemas típicos da gravidez como pré-eclâmpsia e diabete.

Você pode estar sentindo um pouco de dor e sensação de dormência nas mãos, nos pulsos e nos dedos. A região do túnel do carpo, no pulso, está inchada, assim como vários outros tecidos no seu corpo. 
Os nervos que passam por esse túnel acabam sendo pressionados, e essa pressão se manifesta na forma de dor aguda ou acompanhada da sensação de queimação.

O uso de uma faixa elástica pode ajudar, assim como a ingestão de vitamina B6. Converse com seu médico para discutir como se sentir melhor.


Uma beijoka nas Barrigotas meninas!!!Uma ótima semana à todas!



6 comentários:

Ludmila disse...

Maqueli, ainda assim tenho mais medo do parto! rsrsr
Beijos, obrigada pelas visitas no meu cantinho!

Mundo do Dani disse...

Rachei com a primeira foto..com cada coisa....rssrsrs
Parabéns pelas 25 semanas, e vai ver que tudo corre bem ** Beijocas

Camila disse...

Mah!

Meu maior medo é o pos parto! Aquelas neuras ( todas as que você citou)
Morro de medo de não ter o controle da situação depois que a Bella nascer!

Beijão

Priscila Andersen disse...

Oi Mah!!

Amiga eu tb tenho imensoooos receios de como vai ser qd ele já estiver aqui, se vou saber dar banho, trocar as fraldas, se ele vai se adaptar ao meu peito....
acho que tudo são dúvidas mais do que normais em mamães de 1ª viagem como nós né!!

Do parto não tenho medo nenhum, tenho é curiosidade e ansiedade de saber como vai ser, quero sentir as dores pra saber como são, pra sentir meu lindo saindo de dentro de mim....é uma coisa natural de Deus e sei que sou capaz....

Mas o depois, é sempre preocupante...
Amei as tuas dicas!! Foram super informativas e absorvi todas!!

Beijão linda e um dindi maravilhoso p vcs!!!

Renata disse...

Mah,

Já te contei que meus medos também são todos do "depois", né? Depois do parto, depois que ele chegar! Também me pergunto se darei conta, é TANTA coisa para aprender!

Mas acho que um dia estaremos rindo desses medos todos! ;-)

Adorei as dicas!

Beijão!

adoceespera disse...

Oi Mah,
Realmente, depois que eles nascem, a gente se vira... tem o google, a mãe, a tia, a sogra, todo mundo pode ajudar (quando a gente pede ajuda é melhor ainda!). Mas o instinto fala muito alto... Não tenha medo. Pois o medo passa para o bebê...
Beijos!

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